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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Lula veta quase R$ 400 milhões em emendas e mantém bloqueio bilionário no Orçamento de 2026

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quarta-feira (14) a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que fixa os gastos da União em R$ 6,54 trilhões, mas vetou R$ 393,8 milhões em emendas parlamentares e manteve a trava de R$ 11,5 bilhões incluída pelo Congresso. O corte atingiu justamente o valor adicional incorporado por deputados e senadores ao montante original de emendas.

Inicialmente, o Orçamento previa R$ 49,9 bilhões para emendas, mas o Congresso elevou esse total para cerca de R$ 61 bilhões ao acrescentar despesas discricionárias. Segundo o Palácio do Planalto, a manobra violou a Lei Complementar 210 de 2024, ao direcionar recursos genéricos para destinos específicos, como hospitais e obras pontuais — prática vedada pela legislação.

Do total de R$ 11,5 bilhões, o governo pretende remanejar R$ 7,7 bilhões para programas sociais que haviam sido alterados pelo Congresso. Outros R$ 3,3 bilhões permanecerão bloqueados para garantir o cumprimento do arcabouço fiscal. A LOA também autoriza o Executivo a congelar emendas para assegurar a meta fiscal e cobrir despesas obrigatórias, como Previdência, Bolsa Família e salários do funcionalismo.

Apesar disso, o Congresso garantiu uma blindagem parcial: o governo não pode cancelar emendas para reforçar outras áreas do Orçamento. Há exceções apenas com aval do parlamentar autor, por impedimento técnico ou após outubro, caso faltem recursos para gastos obrigatórios. Os vetos presidenciais ainda podem ser derrubados pelo Legislativo.

A lei mantém pontos centrais do Orçamento de 2026, como o salário mínimo em R$ 1.621, além de R$ 271,3 bilhões para a Saúde e R$ 233,7 bilhões para a Educação, reforçando a disputa política entre Planalto e Congresso pelo controle das verbas públicas.

Poder 360

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Eleições 2026: Lula lidera em todos os cenários de 1º turno

 

Levantamento divulgado pelo Meio/Ideia nesta 3ª feira (13.jan.2026) mostra que, na disputa pela Presidência da República, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera em todos os cenários testados de 1º turno. O único adversário que aparece em empate técnico com o petista é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), em um eventual 2º turno entre os 2.
O Meio/Ideia entrevistou 2.000 eleitores em todo o Brasil de 8 a 12 de janeiro de 2026. As entrevistas foram feitas por telefone. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06731/2026. Leia a íntegra (PDF – 8 MB).
Nos 5 cenários estimulados de 1º turno, Lula pontua de 39,6% a 40,2%. A menor diferença ocorre na simulação com Tarcísio, que alcança 32,7%.
“O 1º retrato que tiramos deste ano eleitoral mostra que a direita só tem um candidato competitivo: Tarcísio de Freitas. Aquele que o bolsonarismo escanteou”, avaliou Pedro Doria, diretor de Jornalismo do Meio.
Nos 2 cenários que incluem Michelle Bolsonaro, a vantagem de Lula supera 10 pontos percentuais. Contra Flávio Bolsonaro, a distância chega a pelo menos 12 pontos. Nenhum outro concorrente ultrapassa 7% das intenções de voto nos diferentes cenários apresentados.
“A pesquisa, por meio da pergunta espontânea de intenção de voto, revela que, no imaginário coletivo da opinião pública, a eleição ainda é essencialmente entre Lula e Bolsonaro. Os outros pré-candidatos precisam se apresentar ao país”, disse Cila Schulman, CEO do Ideia.
Nos demais cenários de 2º turno, Lula varia de 45% a 46,5%. Entre os adversários, Michelle Bolsonaro aparece com o melhor desempenho, com 39%. Ratinho Junior (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Romeu Zema (Novo-MG) e Flávio Bolsonaro pontuam de 36% a 37%.
Para ter acesso ao Agregador de Pesquisas, clique aqui e busque os dados que desejar para as disputas de todos os anos anteriores. Essa ferramenta oferece acesso apenas aos assinantes do Poder Monitor, a mais completa ferramenta de acompanhamento dos Três Poderes e tudo o que é relacionado ao poder.
Poder360

CENÁRIOS DE 2º TURNO
Em eventual 2º turno entre Lula e Tarcísio, há empate técnico. O presidente tem 44,4%, enquanto o governador de São Paulo registra 42,1%.

AGREGADOR DE PESQUISAS
O Poder360 oferece aos seus leitores o Agregador de Pesquisas mais antigo e mais completo da internet no Brasil. Reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de todas as empresas desde o ano 2000. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. Tem alguma pesquisa para divulgar? Mande a íntegra por e-mail para o Poder360: [email protected].

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Eleições 2026: “Minha candidatura ao Senado está dentro das prioridades do PT nacional”, diz Fátima Bezerra

 

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), reafirmou que vai disputar o Senado nas eleições deste ano. Em entrevista ao jornal O Globo publicada neste domingo 11, Fátima voltou a dizer que sua candidatura “está dentro das prioridades do PT nacional”.
“A minha candidatura ao Senado está dentro das prioridades do PT nacional. Sei da importância da disputa congressual neste ano para a democracia”, afirmou a governadora, para uma reportagem do jornal sobre o interesse de governadores em disputar o Senado. Além de Fátima, pelo menos 11 governadores sem possibilidade de reeleição pretendem concorrer ao Senado em 2026.
Os governadores que desejarem disputar uma das 54 cadeiras abertas no Senado precisam renunciar até 4 de abril, seis meses antes do pleito. Em 2026, serão eleitos dois senadores por estado. No Rio Grande do Norte, os senadores Styvenson Valentim (PSDB) e Zenaide Maia (PSD) encerram seus mandatos e deverão disputar a reeleição.
A disputa do Senado é considerada prioritária pelo PT. A interlocutores, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já teria dito que troca “cinco governadores por um senador” nas eleições de 2026. Com a eleição de senadores pelo País afora, a meta do PT é ser um contraponto aos bolsonaristas, que consideram a eleição do Senado estratégica diante da oportunidade de emplacar pautas como o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Indefinição no RN
Com a confirmação da candidatura de Fátima Bezerra, o que lhe obrigará a renunciar ao atual cargo, o comando do Governo do Rio Grande do Norte entra num cenário de indefinição.
Na semana passada, o vice-governador Walter Alves (MDB) decidiu que também vai renunciar ao cargo e, portanto, não vai assumir o Governo do Estado em abril. Com isso, o Rio Grande do Norte deverá ter uma eleição indireta na Assembleia Legislativa, em até 30 dias, para escolha de um governador e um vice para encerrarem o mandato até 5 de janeiro de 2027.
Enquanto as eleições não ocorrem, a gestão ficaria a cargo do presidente da Assembleia Legislativa, atualmente o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), ou do presidente do Tribunal de Justiça, hoje o desembargador Ibanez Monteiro.
Agora RN

Mandato tampão perde força e povo do RN pode ser chamado às urnas

 

A crise política que se desenha no Rio Grande do Norte ganhou novos contornos após setores da imprensa local apontarem que o desembargador Ibanez Monteiro, atual presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), não teria disposição para assumir a administração do Estado em um eventual mandato tampão. A informação, ainda não formalizada por meio de nota oficial, amplia o cenário de incerteza e revela o tamanho do impasse institucional que se forma nos bastidores do poder.
Pelo desenho constitucional, em situações excepcionais, a Presidência do TJRN pode ser chamada a assumir temporariamente o Executivo estadual até a realização de novas eleições. No entanto, a sinalização de que Ibanez Monteiro não pretende exercer esse papel reforça a tese de que o Judiciário não deseja ser protagonista político em um momento de forte instabilidade, evitando desgastes e questionamentos sobre interferência entre os Poderes.
Diante dessa recusa, cresce a pressão para que, caso o desembargador venha a assumir apenas formalmente, determine de imediato a convocação de eleições, transferindo a decisão ao eleitorado e encerrando o período de interinidade. A avaliação predominante entre analistas é de que prolongar um mandato tampão sem legitimidade popular aprofundaria a crise política e administrativa do Estado.
Nesse vácuo, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) surge como um espaço onde há, claramente, interessados em assumir a missão. Entre os nomes citados nos bastidores está o do deputado Vivaldo Costa, figura histórica da política potiguar, ex-governador e com trajetória consolidada no Parlamento estadual. Aliados apontam que Vivaldo reúne experiência administrativa, trânsito político e conhecimento da máquina pública, atributos considerados essenciais em um cenário emergencial.
A possibilidade de um parlamentar assumir, no entanto, também não está livre de controvérsias. Especialistas alertam que qualquer solução que não passe diretamente pelo voto popular tende a enfrentar resistência social e questionamentos jurídicos, sobretudo em um ambiente de desconfiança generalizada da classe política.
O fato é que o RN vive um momento de encruzilhada institucional. A recusa do Judiciário em administrar o Estado, a existência de interessados no Legislativo e a pressão crescente por eleições revelam que a saída mais segura, do ponto de vista democrático, pode ser a devolução rápida do poder ao povo. Até lá, o Estado segue mergulhado em um cenário de indefinição, onde cada movimento é acompanhado com cautela e desconfiança. Ou seja: pode haver eleições suplementares se assim persistir.
Jair Sampaio

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

MDB monta nominata com cinco deputados estaduais e ganha musculatura para 2026

 


O MDB trabalha nos bastidores para consolidar uma das nominatas mais fortes da disputa proporcional nas Eleições de 2026. O partido vem avançando na filiação de deputados estaduais com mandato e na articulação de novos nomes que ampliam a competitividade da legenda na corrida por vagas na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

Fontes seguras confirmam que o MDB conta com parlamentares de peso: os deputados estaduais Neilton Diógenes, Nelter Queiroz, Hermano Morais, Galeno Torquato e Ezequiel Ferreira de Souza, presidente da Assembleia Legislativa.

Além dos deputados em exercício, outras lideranças também devem integrar a nominata. Entre os nomes cotados estão o ex-prefeito de Assu, Dr. Gustavo Soares, e Kaline de Dr. Bernardo, que vêm sendo apontados como reforços importantes na formação da chapa proporcional do MDB.

A movimentação ganhou ainda mais força após encontro ocorrido ontem (7) entre Walter Alves e o presidente nacional do MDB, deputado federal Baleia Rossi. Na ocasião, Walter recebeu garantias da direção nacional de total apoio e sustentação política à nominata que disputará as Eleições de 2026.

Pádua Campos

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Sancionada lei que proíbe descontos em benefícios do INSS

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que proíbe descontos de mensalidades de associações nos benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A nova legislação determina ainda busca ativa a beneficiários lesados em decorrência de descontos indevidos e prevê o seu ressarcimento.

A mudança, promovida na Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/1991), veda o desconto mesmo com a autorização expressa do beneficiário, atribuindo a obrigação de ressarcimento de desconto indevido a associação ou a instituição financeira em até 30 dias.

A exceção é para autorização prévia, pessoal e específica, com autenticação por biometria, com reconhecimento facial ou impressão digital e assinatura eletrônica.

nova lei foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (7) e também disciplina o sequestro de bens de pessoas investigadas ou acusadas pelos crimes relativos ao descontos indevidos nos benefícios do INSS.

O debate que resultou com a mudança na legislação teve início após a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagrarem a Operação Sem Desconto, em abril de 2025.

A investigação tornou pública a existência de um esquema que lesou milhões de beneficiários do INSS em todo o Brasil. Desde então, todos os acordos de cooperação técnica que permitiam mensalidades associativas diretamente nos benefícios foram suspensos. Uma força-tarefa foi iniciada para a devolução dos valores aos pensionistas lesados.

De acordo com o último balanço do INSS, até o dia 5 de janeiro já foram ressarcidos R$ 2.835.784.151,87 às vítimas de descontos irregulares de mensalidades cobradas por associações, sindicatos, entidades de classe e organizações em benefícios previdenciários. O valor corresponde a 4.160.369 solicitações de contestação apresentadas por aposentados e pensionistas que questionaram os descontos irregulares.

Mais de 72,5 milhões de consultas sobre descontos indevidos foram registradas no aplicativo Meu INSS, das quais 38,7 milhões constataram a inexistência do desconto. Ainda há mais de 6,3 milhões de pedidos de contestações em aberto. Já foram reconhecidos 131.715 casos de descontos indevidos.

Fonte: Agência Brasil

PL da Dosimetria: Lula veta redução de penas de quem planejou golpe e ataca democracia

 


O presidente Lula vetou nesta quinta-feira (8) o PL da Dosimetria, que reduziria penas de condenados pelos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023 e de quem arquitetou golpe para manter Jair Bolsonaro no poder.

A decisão chega no mesmo dia em que o governo promoveu cerimônia simbólica para celebrar três anos do ataque aos Três Poderes, transformando o evento em palco para reforçar sua “defesa da democracia”.

A proposta aprovada pelo Congresso no fim de 2025 mexia na Lei de Execução Penal para facilitar a progressão de regime de quem cometeu crimes graves contra o Estado. Na prática, se um condenado cometesse dois crimes juntos, como tentativa de golpe e ameaça à democracia, só cumpriria a pena do mais leve, sem considerar reincidência ou violência usada.

Um verdadeiro “atalho” para políticos e militares envolvidos, entre eles Bolsonaro e generais que participaram do plano de golpe.

O veto de Lula abre agora um novo capítulo de tensão entre Executivo e Legislativo. Senadores e deputados vão decidir em sessão conjunta se aceitam a decisão do presidente ou se derrubam o veto, mantendo viva a discussão sobre justiça e impunidade no país.

Enquanto isso, para muitos críticos, o gesto presidencial parece mais encenação do que ação concreta: um espetáculo que protege quem tentou destruir a democracia, enquanto ignora o clamor da sociedade por punição justa aos culpados.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Eleições 2026: Chapão de deputados estaduais projetado pelo MDB para dominar a Assembleia está esvaziado

 


Quando a sucessão de 2026 começou a ganhar forma, o vice-governador Walter Alves foi rápido em tornar públicas suas metas: assumiria o Governo, não seria candidato à reeleição, priorizaria a formação de uma bancada forte na Assembleia Legislativa, com chances reais de assegurar a presidência da Casa, e ainda trabalharia para eleger dois deputados federais.

Naquele momento, as projeções para a nominata de deputado estadual indicavam um MDB muito competitivo, com chances de eleger oito ou até nove parlamentares. A lista contaria com Ezequiel, Kléber, Ivanilson, Galeno, Ubaldo, Eudiane, Hermano, Nélter, Bernardo e Galeno. Nada menos que dez deputados de mandato, todos no MDB. Um verdadeiro chapão.

O tempo passou e os planos mudaram. Walter Alves não quer mais assumir o Governo e decidiu, ele próprio, disputar uma vaga de deputado estadual.

Ivanilson e Ubaldo, que chegaram a anunciar publicamente filiação ao MDB, desistiram. Bernardo se acertou com o PV. Galeno, Nélter e Kléber avançaram nas negociações com o PP. Eudiane e Hermano devem permanecer no PV. A debandada foi generalizada, restando no MDB apenas Walter e Ezequiel.

É nesse contexto que se compreende a declaração do deputado João Maia, quando afirmou que o combinado seria ajudar o MDB a formar uma nominata.

Do chapão ao esvaziamento quase completo. Esse foi o resultado direto da mudança de planos do vice-governador Walter Alves. Para um partido cujo discurso recorrente era de que a prioridade em 2026 seria montar uma grande bancada na Assembleia e eleger dois deputados federais, os fatos mostram que o roteiro está longe de seguir o plano original.

 Neto Queiroz

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Rogério Marinho garante liberação de recursos para pavimentação da RN-203, no Seridó

 


O senador Rogério Marinho (PL-RN) anunciou a liberação do pagamento da última parcela da emenda parlamentar de sua autoria ao Orçamento Geral da União (OGU) de 2023, destinada à pavimentação da RN-203, conhecida como Estrada da Produção, que liga os municípios de Cerro Corá e São Tomé, na região do Seridó potiguar.

De acordo com informações repassadas pela assessoria do senador e do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o valor liberado nesta etapa foi de R$ 3.830.076,00, referente à parcela final do investimento. Com esse pagamento, o montante total já assegurado para a obra chega a R$ 9.575.191,00.

A pavimentação da RN-203 é considerada estratégica para o desenvolvimento econômico da região, ao melhorar o escoamento da produção agrícola, garantir mais segurança no tráfego e fortalecer a integração entre os municípios beneficiados.

A expectativa é que, com os recursos totalmente pagos, o Governo do Estado possa avançar na execução da obra, atendendo a uma antiga demanda da população de Cerro Corá, São Tomé e de toda a região.

sábado, 3 de janeiro de 2026

Eleições 2026: pesquisas eleitorais devem ser registradas

 


Já está valendo a partir da ultima quinta-feira (1º de janeiro), todas as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às Eleições Gerais de 2026 ou eventuais candidatas e candidatos devem registrar o levantamento junto à Justiça Eleitoral, independentemente de divulgar os resultados. 

A exigência consta no artigo 33 da Lei das Eleições (Lei n o 9.504/1997).  

O cadastro prévio da pesquisa deve ocorrer até cinco dias antes da divulgação do estudo, acompanhado de informações como: quem contratou a pesquisa; valor e origem dos recursos; metodologia e período de realização; plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução, nível econômico e área física de realização do trabalho a ser executado, intervalo de confiança e margem de erro. 

O procedimento deve ser feito somente de forma eletrônica pelo sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), após o cadastramento das entidades e empresas no PesqEle.

Aquelas que tiverem realizado pesquisas em eleições anteriores não precisam efetuar outro cadastramento, mas o novo estudo deve ser registrado. As informações e os dados inseridos no sistema ficarão à disposição de qualquer interessado pelo prazo de 30 dias.  

Vale ressaltar que a Justiça Eleitoral não realiza nenhum controle prévio sobre o resultado das pesquisas e nem gerencia ou cuida de sua divulgação, bem como atua somente quando provocada por meio de representação.

Ainda segundo a Lei das Eleições, a divulgação de pesquisa sem o prévio registro das informações sujeita aos responsáveis multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. Já a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. No período de campanha eleitoral, é proibida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral. 

As pesquisas eleitorais são tidas como ferramentas para verificar a viabilidade de possíveis candidaturas e formas de avaliação sobre temas sensíveis que a população gostaria de ver em debates durante a campanha. 

Fonte: TSE

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Governo Lula libera R$ 1,8 bilhão em emendas em uma semana e tenta reduzir pressão do Congresso no fim do ano

 


O governo Lula liberou cerca de R$ 1,8 bilhão em emendas parlamentares na última semana para acelerar a execução do Orçamento e reduzir a pressão do Congresso no fim de 2025. Com isso, o total pago no ano chegou a R$ 31,01 bilhões.

Apesar do avanço, ainda há um descompasso entre valores autorizados e efetivamente desembolsados. Do total de R$ 48,49 bilhões previstos para emendas em 2025, R$ 45,26 bilhões foram empenhados e R$ 31,25 bilhões liquidados, mas cerca de R$ 17 bilhões seguem sem pagamento, podendo virar restos a pagar.

A liberação ocorre em meio a mudanças nos procedimentos, após o Orçamento ter sido sancionado apenas em abril e novas regras de transparência exigidas pelo STF entrarem em vigor. O governo atribui a essas alterações o ritmo mais lento da execução ao longo do ano.

As emendas individuais concentram a maior parte dos pagamentos, com R$ 19,7 bilhões. As de bancada somam R$ 6,02 bilhões e as de comissão, R$ 5,29 bilhões. Entre os partidos, o PL lidera em valores pagos, seguido por PSD, PT e União Brasil.

domingo, 28 de dezembro de 2025

Lula sanciona corte de incentivos fiscais e barra pagamento de quase R$ 2 bilhões em emendas

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (26) a lei que reduz em 10% parte dos incentivos fiscais do país, mas vetou um dispositivo incluído pelo Congresso que permitiria o pagamento de quase R$ 2 bilhões em emendas parlamentares.

O trecho vetado revalidava emendas inscritas como restos a pagar entre 2019 e 2023, o que poderia ressuscitar as chamadas emendas de relator, conhecidas como “orçamento secreto”, declaradas inconstitucionais pelo STF em 2022. Pela regra aprovada, os valores poderiam ser pagos até 2026.

Lula seguiu pareceres contrários do Ministério do Planejamento e decisão liminar do ministro Flávio Dino, que apontou insegurança jurídica. Para o STF, revalidar restos a pagar já cancelados equivaleria à criação de uma nova autorização de gasto sem base orçamentária.

Dados do Tesouro mostram que R$ 2,97 bilhões em emendas foram cancelados em 2024, sendo R$ 2,49 bilhões ligados a emendas de relator. Uma lei aprovada em 2025 já havia recuperado parte desses recursos, mas com limites agora barrados pelo veto presidencial.

O presidente também vetou regras mais rígidas para concessão de benefícios financeiros e creditícios, como empréstimos subsidiados, alegando que as exigências poderiam prejudicar políticas públicas.

A lei sancionada abre espaço para o governo buscar resultado fiscal positivo em 2026. O texto prevê aumento de alíquotas entre 15% e 20% para casas de apostas, fintechs e o imposto sobre juros sobre capital próprio (JCP), com expectativa de arrecadar cerca de R$ 20 bilhões no próximo ano.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

O ano está acabando e o cenário na sucessão do RN para governo e senado continua indefinido

 


O calendário avança, o ano se encerra, mas a sucessão política no Rio Grande do Norte permanece em completo estado de indefinição. A disputa pelo Governo do Estado e pelas vagas ao Senado caminha sem rumo claro, expondo um vazio de articulação política raramente visto na história recente do RN.

A pouco mais de oito meses do início oficial da campanha eleitoral, o cenário é de improviso. Os pré-candidatos que hoje se apresentam como protagonistas — Allyson Bezerra, Rogério Marinho, Álvaro Dias e Cadu Xavier — ainda não conseguiram apresentar o básico: não há vices definidos, tampouco chapas estruturadas para o Senado. Nem nos bastidores, onde tradicionalmente as costuras começam cedo, há sinais consistentes de composição.

A situação se agrava quando se observa a corrida ao Senado. Não se sabe quem caminhará ao lado de Styvenson Valentim, quem será o nome que dividirá palanque com a governadora Fátima Bezerra, nem quem formará dobradinha com Zenaide Maia. O silêncio é generalizado e revela mais do que cautela: revela dificuldade real de articulação e ausência de consensos mínimos.

No plano do Executivo estadual, o quadro é igualmente preocupante. Quem será o vice de Rogério Marinho? Quem acompanhará Allyson Bezerra? Quem completará a chapa de Cadu Xavier? São perguntas elementares que, a essa altura do calendário, já deveriam ter respostas — ao menos nos bastidores.

Nunca, em tão pouco tempo para uma eleição de tamanha relevância, o Rio Grande do Norte assistiu a um cenário tão nebuloso. A indefinição deixou de ser circunstancial e passou a ser o traço dominante da sucessão estadual. O tempo corre, o eleitor observa, e a política potiguar segue patinando, sem direção e sem clareza sobre o futuro que pretende oferecer. 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Vereador Dedé de Manoel de Claudio apoia a pré candidatura ao Governo do Estado do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra

 


O vereador Dedé de Manoel de Claudio - PP,  apoiará a pré candidatura ao Governo do Estado do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, filiado ao União Brasil.

Com as definições sendo consolidadas o vereador Dedé de Manoel de Claudio, já tem definido apoio a reeleição dos deputados estadual Nelter Queiroz e o federal João Maia.

Vereador Dedé de Manoel de Claudio participou da reunião realizada neste domingo (21) em Caicó, com o deputado federal João Maia que agradeceu o apoio das lideranças e voltou a defender o projeto de fortalecimento dos municípios como referência no Seridó, ressaltando a importância da união política entre vereadores e lideranças regionais. Ele também destacou ações voltadas para enfrentar a estiagem, com foco na permanência do homem do campo, e anunciou a garantia de novas perfurações de poços.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Congresso aprova orçamento para 2026

 


O Congresso Nacional aprovou nesta sexta-feira (19) o parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026. O relatório preliminar prevê despesas totais de R$ 6,5 trilhões e meta de superávit de R$ 34,2 bilhões, que será cumprido se o déficit for zero ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões. O texto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Do total de despesas, R$ 6,3 trilhões são direcionados aos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS) e R$ 197,9 bilhões ao orçamento de investimento das estatais. O limite de gastos para os ministérios e os demais Poderes passou a ser de R$ 2,4 trilhões.

O texto destaca ainda que 28% do OFSS será destinado exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhões. Esse montante envolve a amortização do principal da dívida contratual ou mobiliária com recursos obtidos por novas operações de crédito (emissão de títulos).

“Descontado o refinanciamento da dívida, a receita projetada para 2026 é de R$ 4,5 trilhões, sendo R$ 3.27 trilhões (72,6%) provenientes de receitas correntes e R$ 1.237,6 bilhões (27,4%) de receitas de capital”, diz o parecer.

O salário mínimo de 2026 será de R$ 1.621, R$ 10 abaixo da estimativa inicial do governo. Para 2026, também haverá uma despesa extra com o fundo eleitoral, programado em cerca de R$ 5 bilhões. 

Emendas

O relatório prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares. Desse total, cerca de R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas, de pagamento obrigatório. As emendas individuais, dos deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões; as de bancada, destinadas às bancadas estaduais, ficaram com R$ 11,2 bilhões. Já as emendas de comissão, que não têm execução obrigatória, somam R$ 12,1 bilhões.

Outros R$ 11,1 bilhões estão previstos no parecer como parcelas adicionais, para despesas discricionárias e para projetos selecionados no Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC).

Além do Orçamento para o próximo ano, foram aprovados outros 20 projetos de lei que abrem créditos adicionais no Orçamento de 2025.

Entre eles estão o PLN 6/2025, que destina R$ 8,3 bilhões para a constituição do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, previsto na reforma tributária; o PLN 18/2025, que abre crédito suplementar de R$ 3 milhões para a Companhia Docas do Ceará.

Os recursos, resultantes de cancelamento de outras dotações, serão usados para aquisição de equipamentos e para estudos náuticos de manobrabilidade e navegabilidade necessários para o recebimento de navios porta-contêiner.

Líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues (PT-AP) comemorou a aprovação do orçamento ainda este ano e disse que é fundamental para celebrar conquistas de 2025 em 2026.

"O Brasil está na sua menor média de desemprego da sua média histórica, 5,4%, e reduzindo, estamos com a menor média inflacionária desde o advento do plano real. A renda média do trabalhador brasileiro chegou ao seu melhor nível da história, R$ 3.800 e em janeiro melhora mais ainda, porque a partir de janeiro quem recebe até R$ 5 mil, que corresponde a 90% dos brasileiros que pagam imposto de renda, não pagarão mais imposto de renda devido ao projeto do presidente Lula aprovado pelo Congresso Nacional. Os brasileiro que recebem de R$ 5 mil a R$ 7 mil terão também desconto pagando menos imposto", afirmou.

Professores

Pela manhã, o Congresso realizou uma sessão solene para promulgar a Emenda Constitucional 138 que autoriza a acumulação de cargo público de professor com outro de qualquer natureza, respeitando o teto salarial e a carga horária.

Até hoje, a Constituição só permitia o acúmulo remunerado do cargo de professor com outro técnico ou científico, o que permitia diversos questionamentos judiciais.

A constituição também permite o acumulo de dois cargos de professor e de dois cargos públicos para profissionais de saúde.

Estão sentindo mau cheiro? A divisão patética da mídia brasileira entre o Petismo e Bolsonarismo

 


A mídia patética brasileira já não finge mais, escolheu lados, vestiu camisas e jogou no lixo qualquer resquício de pudor jornalístico. De um lado, o Petismo, do outro, o Bolsonarismo. No meio, a verdade — esmagada e ignorada.

No campo Bolsonarista, a imprensa militante atua como um departamento informal de defesa do ex-presidente. Erros viram “estilo”, ataques às instituições são tratados como “opinião firme” e fatos inconvenientes simplesmente deixam de existir. 

Já a mídia alinhada ao Petismo segue o mesmo roteiro, apenas com figurino diferente. Lula é eternamente o estadista injustiçado, o governo nunca erra — apenas “enfrenta dificuldades herdadas”. Escândalos viram notas de rodapé, críticas são carimbadas como “golpismo” e qualquer questionamento mais incisivo passa a ser tratado como ameaça à democracia.

Ambos os lados se acusam de fake news, enquanto produzem as suas com disciplina industrial. Trocam fatos por adjetivos, dados por narrativas e jornalismo por torcida organizada. Informar é detalhe; o objetivo real é manter o rebanho fiel, indignado e permanentemente engajado.

Essa mídia não vive de credibilidade, vive de algoritmo. Não presta contas ao leitor, mas à bolha. Não fiscaliza o poder — apenas alterna o político que defende com unhas, dentes e manchetes enviesadas.

No fim das contas, bolsonarismo e lulismo disputam o controle do microfone, mas falam a mesma língua: a da manipulação rasteira. A mídia barata não quer um país informado; quer um país dividido, barulhento e eternamente em guerra — porque é desse caos que ela lucra.

Entre gritos, slogans e manchetes fabricadas, a democracia vira figurante e o jornalismo, uma piada mal contada. E, enquanto isso, a mídia patética segue firme, vendendo militância como notícia e propaganda como informação.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Promessa bilionária de Fátima Bezerra, realidade zero: os R$ 45 bilhões do governo Lula que nunca chegaram ao RN

 


Em 2023, o Rio Grande do Norte virou palco de um dos maiores exercícios de ficção política já vistos no estado. A governadora Fátima Bezerra anunciou, com entusiasmo ensaiado, que o governo Lula destinaria R$ 45 bilhões em investimentos ao RN. Um número tão grandioso quanto irreal. Propaganda pura, desconectada da realidade e ofensiva à inteligência de quem acompanha os fatos.

O anúncio virou espetáculo. Setores da imprensa transformaram promessa em certeza, discurso em dado concreto e intenção em manchete. Foi uma avalanche de elogios, como se o dinheiro já estivesse circulando, gerando empregos e mudando a vida das pessoas. Não estava. Nunca esteve. 

A máquina governista vendeu sonho, aplaudida por uma imprensa dócil, sempre pronta para transformar promessa em manchete e papel assinado em “obra histórica”. Quem ousou questionar foi tratado como inimigo. Mas o tempo, implacável, tratou de desmentir o teatro. 

O tempo passou e a conta não fechou. Nem de longe. Se o estado tivesse recebido algo em torno de R$ 8 bilhões efetivos, já seria um feito extraordinário. Mas a realidade foi bem mais modesta — quase constrangedora. Os investimentos reais mal arranham a casa dos bilhões. O restante ficou restrito a protocolos, anúncios futuros, convênios sem execução e apresentações de PowerPoint tratadas como grandes obras.

Não surgiram canteiros, não houve impacto econômico relevante, não se viu desenvolvimento. O que prosperou foi a encenação: fotos, discursos e narrativas cuidadosamente embaladas para consumo político.

No Rio Grande do Norte, institucionalizou-se a fantasia como política pública. Prometeu-se e mentiu-se demais, cobrou-se de menos e aplaudiu-se tudo. Sobrou propaganda, faltou vergonha e verdade. E, mais uma vez, quem paga a conta é o cidadão.

*Gilberto Dias

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Vereador Dedé de Manoel de Claudio destina mais de R$ 300 mil em emendas em Cerro Corá

 


O vereador Dedé de Manoel de Claudio destinou através de emendas individual e coletiva recursos para beneficiar a Comunidade Ipueiras com pavimentação/calçamento no valor de R$ 41.636,59, para o Fundo Municipal da Infância e Adolescência - FIA no valor de R$ 80.000,00, Construção de Ponto de Apoio com cobertura para praça de Mototáxis no valor de R$ 20.00,00 e para Reforma/melhoramento no laboratório clinico no valor de R$ 185.000,00. Aquisição de um veiculo para transportes de pessoas para o tratamento de Hemodiálises no valor de R$ 189.729,31.

Esses recursos serão destinados para aplicação a partir do próximo ano, é o compromisso do vereador com os compromissos assumidos com a população cerrocoraense.

Confiram:




segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

MDB joga a toalha e desiste de montar nominata para deputado federal

 


O MDB caminha para as eleições de 2026 enfrentando cenário delicado e fragilidade. O partido vive, hoje, duas situações atípicas. A primeira é a possibilidade real de o vice-governador Walter Alves não assumir o Governo do Estado em caso de renúncia da governadora Fátima Bezerra. A segunda, e talvez mais sintomática, é a desistência prática do MDB em montar uma nominata para deputado federal.

A legenda chegou a articular uma chapa com nomes como Kelps Lima, Dr. Bernardo, Micarla de Souza e Rafael Motta. No entanto, a falta de viabilidade eleitoral, aliada à ausência de esteiras levou o partido a recuar. Sem musculatura eleitoral suficiente, o MDB acabou jogando a toalha e abandonando o projeto de disputar com força as cadeiras federais. Com isso, alguns desses nomes já avaliam migrar para outras siglas, com o Republicanos surgindo como um possível destino.

No cenário mais amplo, apenas um partido e duas federações despontam, neste momento, como capazes de montar nominatas realmente competitivas. O PL aparece como o mais estruturado, tendo o deputado General Girão como puxador de votos e filiação de nomes como Carla Dickson e Nina de Souza. A federação PT/PCdoB/PV conta com Natália Bonavides, que deve concentrar grande votação em Natal. Já a federação PP/União Brasil enfrenta um processo de esvaziamento interno e dificuldades.

A disputa promete ser dura. Dos atuais parlamentares que tentam sobreviver eleitoralmente, os cálculos de bastidores indicam que apenas dois conseguirão se manter. Carla Dickson já anunciou que vai esperar a janela partidária para deixar o União Brasil rumo ao PL, movimento que deve ser seguido por Nina. Benes Leocadio, Robinson Faria e João Maia, sem esteiras, tendem a disputar espaço em condições desfavoráveis. Nesse jogo de cadeiras, ao menos um dos nomes tradicionais deve ficar pelo caminho.

Ismael Souza

sábado, 13 de dezembro de 2025

Assentamento São Francisco em Cerro Corá recebe a visita do deputado estadual Nelter Queiroz(Vídeo)

 


Neste sábado, 13/12 o município de Cerro Corá recebeu a visita do deputado estadual Nelter Queiroz, que ao lado do vereador Dedé de Manoel de Claudio, seu pai Manoel de Claudio e seu irmão o ex-vice-prefeito Elzinho e correligionários realizaram visitas a zona urbana e rural do município.

No Assentamento de Reforma Agraria São Francisco na zona rural, a comitiva foi recebida pelo presidente Aildo Bernardo e assentados, na oportunidade Nelter Queiroz recebeu os agradecimentos da comunidade pela doação uma caixa d'água de 10 mil litros, que está ajudando a sanar os efeitos da terrível seca que assola a comunidade, ouviu outras reivindicações, e se comprometeu em colaborar, destinando emenda para que a prefeitura possa atender o pleito de melhorias nos mananciais hídricos no assentamento.

Outro compromisso assumido pelo deputado Nelter Queiroz, foi de juntamente com a diretoria do assentamento São Francisco, buscarem junto ao Incra sanar os problemas de regularidade e a titulação.

O vereador Dedé de Manoel de Claudio que esteve acompanhado do seu pai Manoel de Claudio, seu irmão Elzinho, o ex-vereador Charles e correligionários, ficaram felizes com acolhida da comunidade e se comprometeram em buscar junto aos órgãos soluções para atender os pleitos.